Diretoria do SINPRO ABC participa de ato público em defesa da educação

A diretoria do Sindicato dos professores do ABC participou na sexta-feira (26/08) do Ato público em defesa da educação realizado em frente ao Colégio Américo Brasiliense, no centro de Santo André.

O encontro promovido por sindicalistas reuniu cerca de 200 pessoas, entre estudantes, professores e defensores de uma educação pública, laica e de qualidade.

Os principais discursos foram dando um basta ao Golpe, à lei da Mordaça, ao PL 257/16, a PEC 241 e por nenhum direito a menos.

Se esses projetos que tramitam em Brasília forem aprovados, serão muitos os nossos problemas: diminuição drástica dos investimentos nas áreas sociais, falta de vagas em creches e em escolas regulares, fim dos concursos públicos, incentivo às privatizações, congelamento de salários e precarização dos serviços de saúde e educação.

De acordo com o presidente do SINPRO ABC, José Jorge Maggio, os trabalhadores e defensores da escola pública e de qualidade têm que se unir para não ver os investimentos sociais serem jogados no lixo. Segundo ele, este é o momento de lutar, pois se os projetos de lei forem aprovados pelo Congresso, teremos um retrocesso de 100 anos na legislação trabalhistas e na conquista dos direitos sociais. “Aqui na nossa região, para a Universidade Federal do ABC, por exemplo, para o ano que vem, está previsto um orçamento 45% menor comparado com o orçamento do ano passado. O governo golpista de Michel Temer está preparando um duro golpe contra os trabalhadores. Além de acabar com o direito legítimo a uma educação de qualidade, eles querem acabar com o 13º salário, com o FGTS e com as férias, ao mesmo tempo que propõem a reforma da previdência com aposentadoria aos 70 anos e a ampliação da jornada de trabalho”, afirmou Maggio.

Outro ponto bastante criticado pelos professores e professoras foi o projeto de lei da “Escola sem Partido”, conhecido como “Lei da Mordaça” que impõe censura e perseguição a todos os docentes que questionarem o estado e suas imposições.

No final do evento, os manifestantes fizeram uma caminhada pelas ruas centrais de Santo André se comprometendo em continuar unidos e mobilizados na luta em favor dos direitos dos trabalhadores e pela manutenção dos projetos sociais e investimentos prioritários nas áreas  da saúde e educação. 


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