“Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que, se fechar os olhos,
ao abri-los ela não estará mais presente
com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
o fel da dúvida.
Oh, sobretudo que ela não perca nunca, não importa em que mundo,
não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
de pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
transforme-se em fera sem perder sua graça de ave”
Vinícius de Moraes
“Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que, se fechar os olhos,
ao abri-los ela não estará mais presente
com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá

E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
o fel da dúvida.

Oh, sobretudo que ela não perca nunca, não importa em que mundo,
não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
de pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
transforme-se em fera sem perder sua graça de ave”

Vinícius de Moraes

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