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Como estão as negociações salariais? PDF Imprimir E-mail
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Ter, 03 de Abril de 2018 12:44

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Educação Básica:

Na última rodada de negociação da Campanha Salarial 2018 da Educação Básica, 27/03, o representante patronal abandonou a discussão da convenção coletiva, declarou-se fechado a novas negociações e, ainda, afirmou que não aceitará a proposta do Tribunal Regional do Trabalho de prorrogar a vigência das cláusulas das atuais convenções por 45 dias - e, com isso, permitir a continuidade das negociações.

O lado patronal, representado pelo Sieeesp, o sindicato dos donos de escolas, não tem pudor em reafirmar, dessa maneira, seu empenho em rasgar a convenção coletiva de professoras e professores. Eles querem impor o espírito da ‘reforma’ trabalhista – de cortes de direitos consagrados – na sua relação com os profissionais.

Um novo encontro entre os sindicatos dos professores que compõem a base da Federação dos Professores do Estado de São Paulo, será realizada nesta terça-feira - 03/04 - para discutir os rumos do movimento. Fique atento às deliberações do Sinpro ABC.

Ensino Superior:

Por insistência da comissão de negociação coordenada pela Federação dos Professores do Estado de São Paulo, foi montado um grupo de negociação exclusivo para discutir o plano de saúde. Cortar o plano - como queriam no início das negociações - foi proposta rejeitada. Está em discussão a contribuição individual para os planos, co-participação em consultas e exames, além da permanência no grupo após desligamento ou aposentadoria do participante.

Também está sendo pleiteado, o pagamento de indenização adicional para quem estiver acima dos 50 anos de idade e for desligado, as bolsas de estudo nos cursos de Medicina, Psicologia, Odontologia e Direito - que não estão inclusas no acordo de dois anos. As reuniões de negociação continuam, mas os patrões não demonstram boa vontade.

SESI/SENAI: acordo foi garantido com a aprovação da assembleia.

Foi aprovado em todo o estado o reajuste dos salários e dos vales refeição e alimentação pelo índice INPC. Com isso, foi assegurada a manutenção de todas as cláusulas sociais do Acordo Coletivo de Trabalho.

Assembleias simultâneas em todo o estado de São Paulo aprovaram a contraproposta negociada pelos sindicatos junto aos representantes do Sesi e do Senai a professores e técnicos de ensino das instituições.

Diante de um cenário de implementação da nova legislação trabalhista, as assembleias foram marcadas por intensos debates sobre resistência e coletividade. Com um acordo coletivo válido por dois anos, até 2019, as rodadas levaram para a mesa de negociação algumas cláusulas e pontos específicos, como, por exemplo, a assistência médica, o reajuste e os vales alimentação e refeição.

 

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