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Patrões querem acabar com Acordo Coletivo PDF Imprimir E-mail
Educação Básica
Qua, 21 de Fevereiro de 2018 12:39

 

WhatsApp Image 2018-02-08 at 16.52.49A Campanha Salarial 2018 está em pleno vapor e se não nos unirmos, os patrões querem acabar com direitos trabalhistas conquistados há 20 anos.

A Campanha Salarial na Educação Básica segue até 28 de março. Todas as cláusulas das convenções coletivas de trabalho dos professores serão prorrogadas neste prazo. No entanto, o sindicato patronal, apresentou em uma das rodadas de negociação, uma dura ‘pauta’ de reivindicações, que propõe um verdadeiro corte de direitos assegurados pela Convenção. Só para você ter uma ideia do que vem por aí, o patronato propõe:

  • Banco de horas e compensação de feriados.
  • Parcelamento das férias.
  • Retirada da garantia semestral de salários.
  • Diminuição do recesso para 20 dias.
  • Acabar com a PLR (Participação nos Lucros e Resultados).
  • Retirada do pedido de demissão no final do ano letivo.
  • Retirada das janelas
  • Cesta Básica.
  • Reduzir para uma vaga apenas a bolsa de estudos.

Estas são algumas das propostas apresentadas nas reuniões de negociação.

De acordo com o presidente do Sinpro ABC, José Jorge Maggio, “os patrões esqueçem que as convenções coletivas, ao longo de vinte anos, foram negociadas e aprimoradas justamente para garantir as relações de trabalho nas escolas. São direitos garantidos para professores que se sobrepõem às leis da reforma”.

Segundo ele, “os patrões querem aplicar a reforma trabalhista na nossa Convenção Coletiva para enfraquecer o professor e o sindicato. Defender nossa convenção quer dizer, também, defender nossa união no Sindicato. Nossa força como categoria”, afirmou Maggio.

Próxima rodada de negociação – Dia 27/02 (Terça-feira).

Comissão de Negociação da Fepesp: professores Celso Napolitano, Luiz Antonio Barbagli, Walter Alves, Fabio Luís Pereira, Juan Ramos.

 

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