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Professores do SESI/SENAI aprovam proposta PDF Imprimir E-mail
Sesi/Senai
Qui, 01 de Março de 2018 12:16

asembleia hojeCategoria fecha acordo salarial com aprovação de proposta do SESI/SENAI

Os professores e professoras do SESI/SENAI aprovaram nesta quarta-feira (28) a proposta negociada pelos sindicatos junto aos representantes patronais que garante o acordo salarial da categoria agora em 2018.

Reajuste Salarial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – 2,04% (expectativa para fevereiro); aplicação do mesmo índice nos vales refeição e alimentação e manutenção de todas as cláusulas sociais até fevereiro de 2019.

Assembleias simultâneas foram realizadas em todo o estado com a articulação de todos os sindicatos que integram a base da Federação dos Professores do Estado de São Paulo, entre eles, o Sinpro ABC.

Assembleia no ABC

Aqui na base do Sindicato dos Professores do ABC, foram realizadas duas assembleias – 9h e 14h, no auditório da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Fundação Santo André e contou com a participação de cerca de 180 professores e professoras.

Diante do desmonte trabalhista que está em vigor, com a aprovação da reforma em novembro do ano passado, o debate foi marcado pelo questionamento e resistência dos trabalhadores. Apesar do acordo, assinado em 2017, válido por dois anos, as cláusulas financeiras precisavam ser aprovadas, para que o reajuste seja aplicado em março.

De acordo com o presidente do Sinpro ABC, José Jorge Maggio, o acordo foi interessante para a categoria, já que todas as cláusulas sociais foram garantidas, sendo respeitado o acordo coletivo assinado no ano passado, além da aplicação do INPC para repor as perdas salariais. “A participação dos professores e professoras foi muito importante, pois com a reforma trabalhista temos que nos manter cada vez mais unidos para fortalecer a categoria. No acordo aprovado pela assembleia garantimos que a convenção coletiva continue sendo respeitada. Dessa forma nossa luta tem que ser sempre coletiva e nunca solitária, como propõe o desmonte trabalhista”, afirmou Maggio.

 

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